Meu nome não é Johnny

Ontem enfim assisti "Johnny". Era tanta especulação em cima do filme que eu não resisti, tive que ver! Quem vê assim parece que eu vi obrigada né?! rs
Me amarrei muito na história do filme, achei absolutamente fantástico! Mas deixa eu expor meus comentários com calma que senão eu fico tão afoita que não consigo simplesmente comentar nada, ou não sai aqui no blog do jeito que eu quero.

Primeiro eu acho que todo pai e mãe deveria ver "Johnny". João Estrela só se tornou o que se tornou porque não tinha limites, e quem é responsável por impor limites em uma pessoa senão os pais? Pô, o garoto explode um morteiro na sala de casa com 6 anos, o pai vem correndo perguntar porque ele fez aquilo, ai ele fala que era por que tinha sido gol do Vasco, e ao invés de brigar com ele o pai se põe a comemorar.

João não tinha noção do que era certo e errado. Não tinha noção do que era fora ou dentro da lei. Não tinha noção porque não foi instruído. E quando errou, não tinha ninguém pra chamar sua atenção. O que melhor o define são duas palavras: Sem limites.

A história dele é bem peculiar. As pessoas costumam voltar piores da cadeia, mas ele se recuperou. Na verdade ele não foi encaminhando pro xadrez, e sim para um manicômio, mas para mim, é igualmente péssimo. Ele não podia responder pelo crime porque de acordo com a Código Civil ele era considerado relativamente incapaz porque ele era usuário assíduo de tóxico. Os hébrios habituais (bêbados), os doentes mentais e viciados em tóxico são considerados relativamente incapazes. Viu gente isso eu estudei! rs. Essa foi a sorte que ele deu, senão, ia apodrecer uns 20 anos na cadeia.

O que mais me chamou a atenção no filme? Sofia. Cléo Pires estava perfeita no papel. Parece que nasceu pra fazer aquele personagem. Cada dia que passa admiro mais essa mocinha. Interpreta tão bem quanto a mãe.

Falando em estudar, ontem finalmente consegui tirar o dinheiro da conta. Aproveitei e tirei logo o dinheiro todo! Mas nem adianta tentar me roubar que ja paguei contas e gastei tudo, rs. Dai depois que saí do banco fui na facul fazer a rematrícula, detalhe: Ontem era o ultimo dia. As aulas começam segunda já. E confesso que to com saudade daquela pertubação viu, rs. Quando cheguei lá a moça disse que eu só podia fazer a rematricua depois que pagasse a mensalidade de janeiro. Foi aqui que eu lembrei que eu não tinha pago! E na verdade não paguei por causa do problema que tive com o banco de não conseguir tirar dinheiro, e acabou que dois pagamentos meus ficaram lá. Na mesma hora fui na tesouraria e fiz o pagamento, voltei que a boleta paga e fiz a rematricula. Tão boa essa sensação de resovler minhas coisas sozinha, sem pai nem mãe. Me senti adulta, rs. Na hora da rematricula ela me deu um papel que tinha que colocar o nome, o CPF e a identidade do aluno, ai eu coloquei. Depois ela me deu outro papel que era pra botar o nome, o CPF e a identidade do responsável financeiro. Aí eu botei todos os meus dados novamente no papel. Aí ela olhou pra minha cara meio desconfiada. Acho que duvidando se eu era mesmo a minha própria responsável financeira.

Saímos da facul, passamos na casa dos meu avós, e depois fomos pra casa do Henriquei ver "Johnny". Aqui se fecha um ciclo, senão eu vou começar a falar do filme de novo ai vou repetir tudo o que já está ai em cima.
Hoje vo ficar em casa de pernas pro ar, tô toda jogadinha hoje. Ver um filminho mais tarde, fazer uma pipoquinha, e ficar com Rê. E amanhã, se Deus quiser e o tempo ajudar, praia!

Rio de Janeiro, Sol, Mar... Isso é vida gente!

Amor
Carolll

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